When she reached the first hills of the italic

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Viagens 3.0

Pedro Abrunhosa apresenta Viagens 3.0 em novembro no Porto e em Lisboa. Os concertos de celebração da edição de Viagens estão marcados respectivamente para a Super Bock Arena, dias 7, 8 e 10, e para a MEO Arena, dia 23.
Da face misteriosa atrás do contrabaixo aos milhares de palcos como maior showman português: do rock ao jazz, Viagens mudou a história e o paradigma da música portuguesa. Multidões e novas gerações ainda hoje entoam de uma ponta à outra sucessos ímpares do cancioneiro nacional de que são exemplos Não Posso +, Socorro, É Preciso Ter Calma, Lua ou Tudo o Que Eu Te Dou.
Considerado o melhor álbum da década de 1990 pela revista Blitz, Viagens é ainda hoje um dos discos mais vendidos de sempre em Portugal. Marcado pela emblemática parceria com Maceo Parker, eterno companheiro de James Brown, e pela produção de Quico Serrano e Mário Barreiros, o disco de estreia de Pedro Abrunhosa catapultou-o diretamente para junto dos grandes e incontornáveis nomes do panorama musical português.
Viagens 3.0 assinala o regresso mais do que aguardado à jornada pelos vários continentes da música de um eterno viajante que outrora se fez à estrada ora de boleia, ora numa icónica Renault 4L em segunda mão. Pedro Abrunhosa, de tímido contrabaixista a extraordinário escritor de canções, soma recintos lotados e digressões mundiais, voltando agora ao princípio dos princípios da ligação profunda e festiva que estabeleceu com o público.

Biografia

Pedro Abrunhosa escolheu desde sempre o caminho mais difícil. A sua história pública não começa com uma banda de garagem mas pelo Conservatório. Não começou por ganhar fama na música ligeira para se aventurar depois em projectos mais ousados. Fez ao contrário: aos 16 anos estudava Análise, Composição e História da Música com Álvaro Salazar e Jorge Peixinho na Escola de Música do Porto e, posteriormente, com Cândido Lima no Conservatório. Por essa altura integrava já o Grupo de Música Contemporânea de Madrid.

Entrou na música pela via erudita. E quando chegou ao jazz era um erudito a tocar jazz. Estudou e tocou com Todd Coolman, Joe Hunt, Wallace Rooney, Gerry Nyewood e Steve Brown. E depois com Adriano Aguiar e Alejandro Erlich Oliva, seus mestres de contrabaixo. Foram os anos do jazz. Participou em seminários internacionais, formou bandas, tocou em orquestras, realizou tournées. Colaborou com grandes figuras como Paul Motion, Bill Frisell, Joe Lovano, David Liebman, Billy Hart. Ensinou contrabaixo na escola do Hot Club de Lisboa, fundou a Escola de Jazz do Porto, a “Cool Jazz Orchestra”, a “Máquina do Som” e, finalmente, os “Bandemónio”, grupo integralmente constituído por alunos seus. 

Day Two

Começava a epopeia do primeiro álbum: “Viagens”, editado em 1994. Um disco de rock cheio de jazz e de vida. Pedro Abrunhosa sempre viajou. Pelos vários continentes da música, tal como pelo mundo, com uma Renault 4L em segunda mão ou à boleia, com uma mochila às costas. Ao contrário de muitos outros, o seu percurso musical foi do mais complexo ao mais simples, rumo à depuração da linguagem, com destino à essência das coisas. Quando chegou ao rock trazia a mochila cheia de História e de rigor. “Viagens”, com a parceria de Maceo Parker, o eterno companheiro de James Brown, atingiu marcas de vendas ate então inéditas em Portugal. E assim prosseguiria com os trabalhos seguintes. 

Day Finale

Pedro Abrunhosa comparecia finalmente ao encontro que parecia marcado há muito com as grandes audiências. Tinha algo para lhes dizer, e foi entendido. Esse pacto com as multidões nunca mais foi quebrado. Em 1995 lança o maxi-single “F” e em 1996 o álbum “Tempo”, que vendeu 80 mil exemplares em apenas uma semana. Em 1999 é lançado “Silêncio” e em 2002 “Momento”, o álbum triplo “Palco” em 2003 , “Intimidade”, gravado ao vivo na inauguração da Casa da Música do Porto, em 2005, “Luz” em 2007. Fundador dos BoomStudios em 2005, é partir deste espaço, ‘catedral de silêncio’ como o próprio o designa, que Pedro Abrunhosa centraliza os seus futuros trabalhos aos quais soma a função de editor.

2010 é ano de viragem. Reúne os Comité Caviar, alia-se ao produtor João Bessa e lança os álbuns “Longe”, “Contramão” em 2013 e “Espiritual” em 2019. Em todos Pedro Abrunhosa deixa patente a sua poderosa escrita e neles deixa Canções que se juntam a tantos outros hinos, lendas, adágios a que o Autor nos habituou desde sempre. Durante todo este período são milhares os concertos, recintos cheios, Festivais, salas esgotadas, digressões que o levaram a todo mundo.

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